Causas e sintomas do herpes, tratamentos e alimentação adequada para melhorar o herpes labial, herpes genital e herpes Zoster ou cobreiro


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Herpes Labial ou Oral

Herpes oral é uma infecção causada pelo vírus do herpes simplex. O vírus causa feridas dolorosas em seus lábios, gengivas, língua, céu da boca, e dentro de suas bochechas, podendo também causar sintomas tais como febre e dores musculares.

O vírus herpes simplex afeta apenas os seres humanos. Feridas na boca ocorrem mais comumente em crianças de 1 a 2 anos, mas pode afetar pessoas de qualquer idade e em qualquer época do ano.
As pessoas podem contrair herpes tocando a saliva infectada, membranas mucosas ou pele. Uma vez que o vírus é altamente contagioso, a maior parte das pessoas terá sido infectada por pelo menos um subtipo de herpes antes da idade adulta.
Depois do vírus do herpes provocar a infecção, ele tem uma capacidade bastante singular, para prosseguir para 3 fases.

Infecção primária

O vírus entra em sua pele ou nas mucosas e reproduz-se. Durante esta fase, úlceras orais e outros sintomas, tais como febre, podem desenvolver-se.
O vírus pode não causar quaisquer feridas ou sintomas. Você pode não saber que tem herpes. A isto chama-se infecção assintomática.
A infecção assintomática ocorre duas vezes mais do que a doença com sintomas.

Fase de Latência

A partir do local infectado, o vírus move-se para uma massa de tecido nervoso em sua coluna, denominado gânglio da raiz dorsal. Lá, o vírus se reproduz de novo e torna-se inativo.

Fase de recorrência

Fase de recorrência - Quando você encontrar certas tensões, emocionais ou físicas, o vírus pode reativar e causar novas feridas e sintomas.


Perguntas e respostas sobre Herpes labial

O que é Herpes Labial?
O herpes labial é uma infecção causada por um microrganismo chamado vírus do herpes simples (HSV).
Embora a maior parte da população seja portadora do vírus, nem todos são afetados pelo herpes labial. Entretanto, mais de oito milhões de pessoas, de fato, são acometidas frequentemente por esta infecção. Elas podem ter entre 2 a 10 episódios por ano.

Quando ocorre a infecção?
A primeira ocorre usualmente na infância, por exemplo, depois do bebê ser beijado por uma pessoa portadora da infecção, como o pai, a mãe ou outro adulto qualquer. O vírus passa através da pele, percorre um nervo e esconde-se numa junção nervosa, até ser reativado.

O que reativa o vírus?
Vários fatores, incluindo resfriado, gripe, indisposição gástrica, menstruação, fadiga, transtorno emocional, stress, ferimento, luz solar intensa e simplesmente quando você está se sentindo “quebrado”. Pensa-se que, uma vez reativado, o vírus viaje novamente pelo nervo até a pele, onde causará o herpes labial.

O que acontece num ataque?
Há quatro estágios para o herpes labial:
  1. Estágio do prurido: Neste, a maioria das pessoas sabe que está para ter um herpes labial. A pele arde e coça, antes que a ferida apareça.
  2. Estágio da bolha: começa com uma pequena erupção em relevo, que incha em forma de vesículas isoladas, ou em pequenos agrupamentos. As vesículas frequentemente são dolorosas.
  3. Estágio da secreção: Muitas pessoas acham esse estágio o mais embaraçoso e de pior aparência. As vesículas desfazem- se e juntam-se para formar uma grande ferida com secreção. O vírus pode facilmente ser transferido a outras pessoas durante este estágio.
  4. Estágio da crosta: As vesículas começam a secar e sarar. Inicia-se a formação de crosta. Este estágio é muito vulnerável ao toque (crianças particularmente). Se traumatizada, a crosta rachará, provocando dor e sangramento.
Pode o herpes labial originar outras infecções pelo vírus do herpes simples (HSV)?
Sim. O vírus é capaz de infectar outras partes do corpo.
Se você esfregar seus olhos, depois de tocar a ferida do herpes labial, poderá estar provocando uma infecção nos mesmos.
A infecção dos olhos pelo HSV pode levar à formação de úlceras na parte transparente do olho (córnea). Do mesmo modo, evite beijar quando você ou seu parceiro estiverem com lesões do herpes labial.

O que eu devo fazer em relação ao herpes labial?
Seu médico ou dentista podem aconselha-lo.
Alguns “conselhos”:
  • O herpes labial é infeccioso. Lave sempre as mãos depois de tocar a ferida de seus lábios ou após aplicar a medicação.
  • Evite tocar seus olhos.
  • Evite beijar, especialmente crianças.
  • Evite furar as vesículas e traumatizar as crostas.
  • Evite que outras pessoas usem seus utensílios de comer e beber.
  • Evite compartilhar a mesma toalha de banho e rosto com outros membros de sua família.

Aceda a toda a matéria relativa a herpes labial
Aceda a toda a matéria relativa a herpes genital
Aceda a toda da matéria relativa a herpes Zoster.

HERPES LABIAL

Para se tornar mais fácil localizar os artigos deste blog relativos a tudo o que diz respeito ao HERPES LABIAL, aqui fica um índice com todos os artigos:

Dicas para combate do herpes labial

A herpes labial é uma infecção próxima aos lábios que atinge muitas pessoas, causada por um microorganismo chamado Vírus Herpes Simplex. Porém ao que muitos não sabem as pessoas podem ser portadoras do vírus, mais ela não se manifestar.
A primeira aparição pode acontecer em todas as idades, inclusive na infância, o vírus entra na pele, e se localiza em uma junção nervosa e pode ser reativado poucos mais tarde. Mais quais os fatores que podem acarretar a reativação?
Segundo os especialistas, alguns fatores podem causar o novo aparecimento como gripe, estresse, problemas emocionais, quadro febril, menstruação, fadiga, luz solar intensa, frio, cansaço, além de muitos outros.
Normalmente nesse caso a pele começa a arder, em seguida a ferida começa a aparecer. Muitas pessoas reclamam do inchaço, bolhas que são dolorosas e que vão aumentando, podendo ser facilmente transmitidas á outras pessoas. Após os cuidados a ferida começa a secar e desaparece após formar uma casquinha.
Os especialistas pedem para que quando a herpes não tocar nos olhos sem lavar as mãos, pois o caso pode se agravar mais ainda infectando também outras partes do corpo. A primeira coisa a fazer é procurar um médico, pois ele poderá dar mais informações do tratamento, podendo ser a base de medicamentos ou semelhante para acabar com o problema.
Procure lavar as mãos após tocar a ferida, o beijo pode acabar transmitido a mesma, também não é recomendável estourar as feridinhas. Não faça uma automedicação, pois ela pode acabar se agravando. Evite o excesso de sol.

Sete maneiras de se livrar do herpes labial

Sete maneiras de se livrar do herpes labial

Autor: A. D. Silva

O herpes labial é causado pelo vírus do herpes simples, supostamente adormecido em certas células nervosas do corpo até ser ativado pelo estresse, pela ansiedade, por um resfriado ou pela exposição excessiva ao sol. A lesão do herpes dura de 7 a 14 dias.
Embora algumas pessoas usem os termos "herpes labial" e "afta" como sinônimos, eles são lesões completamente diferentes. Diferente do herpes labial, a afta é uma lesão no interior da boca, que se caracteriza por pequenas áreas esbranquiçadas e redondas cercadas por uma auréola avermelhada, enquanto o herpes é uma lesão formada por pequenas vesículas cheias de secreção amarelada.
Infelizmente, tentar camuflar um herpes labial com maquiagem geralmente piora o problema. Entretanto, embora não consiga fazer muito em relação a aparência do herpes, você pode fazer algumas coisas para ajudar a diminuir o desconforto, acelerar a cura e evitar que ele volte. Você pode seguir algumas orientações para evitar que passe herpes para outras pessoas. Aqui vão:
1. Mantenha as lesões limpas e proteja com vaselina.
2. Tome aspirina, paracetamol ou ibuprofeno. O herpes labial pode ser bastante dolorido. Os analgésicos vendidos sem receita podem ajudar.
3. Evite alimentos salgados e ácidos. Comidas como batata frita ou frutas cítricas podem irritar ainda mais o herpes e aumentar a dor.
4. Faça bochechos com soluções anestésicas prescritas pelo seu médico.
5. Consulte um médico. Se você tem herpes labial grave ou com uma certa freqüência, procure um médico. Em alguns casos, pode ser prescrito um medicamento antiviral chamado aciclovir, de uso tópico ou por via oral.
6. Proteja seus lábios contra o sol. A aplicação de protetor solar nos lábios pode ajudar a prevenir as recorrências do herpes induzido pelo sol. Procure usar um protetor solar feito especificamente para os lábios que tenha um FPS 15 ou maior.
7. O herpes é extremamente contagioso. Evite beijar e compartilhar copos, toalhas ou outros itens. Lave suas mãos com freqüência, especialmente após tocar o herpes. E tome cuidado para não passar as mãos nos olhos ou nos órgãos genitais após tocar o herpes.
Dicas de Produtos Naturais: http://www.sabedorianatural.com.br/
Fonte: Comotudofunciona
http://www.artigonal.com/medicina-artigos/sete-maneiras-de-se-livrar-do-herpes-labial-2401664.html

Perfil do Autor

Gerente Comercial da Empresa Sabedoria Natural Cosmético. Empresa voltada exclusivamente Para o segmento de cosméticos Produzidos A partir de frutos e plantas da Amazônia.

Tratamento do herpes Labial com aciclovir

A terapia tópica com famciclovir/penciclovir acelera a cura clínica em aproximadamente 1 dia. O aciclovir (200 mg 5X/dia durante cinco (05) dias) reduz a duração de tempo de cura até a perda das crostas por aproximadamente 1 dia (sete (07) vs oito (08) dias), mas não altera a duração da dor ou o tempo para a cura completa. A administração oral do aciclovir pode alterar a gravidade de reativação das infecções labiais induzidas pelo sol. Uma terapia profilática de curto prazo com aciclovir pode beneficiar indivíduos com herpes labial recorrente, antecipando participação em atividades de alto risco (por exemplo, intensa exposição à luz solar). A administração intermitente deve ser evitada, pois o aciclovir não altera a freqüência de recorrências subseqüentes. Não há nenhuma evidência de que o tratamento, a longo prazo, com quaisquer destas drogas, previna as recorrências das lesões labiais de origem herpética.

Características do herpes simples na pele peribucal e semimucosa labial

Características do herpes simples na pele peribucal e semimucosa labial: caminhos do diagnóstico preciso Na manifestação do herpes simples labial em pacientes imunocompetentes podem ser distinguidos os 3 períodos clínicos da doença: (1) prodrômico, (2) clínico ativo e (3) reparatório.
Algumas doenças apresentam manifestações clínicas iniciais, como certos sinais e sintomas, que se antecipam ao quadro ativo da doença. A essa forma mais precoce da doença atribui-se o nome de período prodrômico.

O Período Prodrômico do herpes simples recorrente peribucal ocorre até 24 horas antes da doença se manifestar explicitamente e se caracteriza pela sutileza. A identificação desse período permite antecipar-se à manifestação clínica exuberante, prevenindo-se de lesões maiores e desconfortáveis.
Quando as lesões herpéticas são diagnosticadas no período prodrômico e a terapêutica aplicada, os resultados são muito melhores e as lesões clinicamente ativas podem até ser evitadas.
O portador de herpes simples recorrente labial pode prever com antecedência de até 24 horas o aparecimento das vesículas e bolhas, pois detecta a sintomatologia: o local fica dolorido nas primeiras 12 horas, depois torna-se discretamente edemaciado, com prurido e ardência. Quase sempre, junto com estes sintomas, o local apresenta-se eritematoso e quente. Pode-se afirmar que o paciente herpético recorrente labial sabe hoje que amanhã terá lesões recorrentes, ou seja, “no dia seguinte haverá as primeiras vesículas e bolhas”.
Os vírus do herpes simples, quando entram pela primeira vez na pele e mucosas queratinizadas ulceradas ou ainda nas mucosas não queratinizadas íntegras, penetram no interior das células epiteliais e nelas se replicam, multiplicando de forma exponencial o número de partículas. No tecido conjuntivo, essas partículas virais ganham acesso aos filetes nervosos e, através deles, “viajam” até o gânglio neural – no caso da cabeça, o mais comumente afetado é o trigeminal. Esse primeiro contato se dá, em geral, até os 5 anos de idade em praticamente todas as crianças que vivem em  condições urbanas. Os Herpesvirus hominis permanecem latentes por muitos anos nos gânglios neurais. Também há evidências de que os genes virais ficariam transcritos nas células epiteliais e a reativação dependeria apenas desse fenômeno, e não da latência ganglionar.
Quando fatores desencadeantes atuam na puberdade e vida adulta, quebram o estado de latência e os vírus novamente “viajam” no nervo, agora de forma inversa, e chegam à pele e/ou mucosa, voltando a parasitar as células epiteliais, nas quais usam sua maquinaria biológica para multiplicar, de novo, de forma exponencial, o número de partículas que, em sua maioria, voltam a ficar latentes nos filetes e gânglios neurais da região, ou trigeminal, no caso da cabeça.
Os sinais e, principalmente, os sintomas do período prodrômico representam repercussões das alterações estruturais e funcionais dos filetes neurais e das células epiteliais locais nos primeiros momentos da replicação neural nos seus interiores.
Isso talvez explique a ardência e o prurido local que, no conjunto, podem ser chamados de parestesia local.
Uma em cada quatro manifestações de recorrência do herpes simples peribucal tende a abortar as lesões vesiculares e bolhosas, regredindo espontaneamente, sem qualquer tratamento, ou seja, não evolui para o período clínico ativo.

Periodo Clinico Ativo
O Período Clínico Ativo sucede o período prodrômico na pele peribucal e semimucosa labial eritematosa e hipertérmica com o aparecimento das primeiras pápulas, que evoluem rapidamente para vesículas e bolhas cheias de líquido citrino, que representa um exsudato inflamatório seroso. A diferença entre vesículas e bolhas está no seu tamanho; acima de 3mm de diâmetro as lesões vesiculares podem ser consideradas bolhas.
O período clínico ativo dura entre 2 e 4 dias e as lesões recorrentes peribucais e labiais são predominantemente constituídas por vesículas agrupadas em forma de cachos ou ramalhetes, especialmente nas comissuras. Com relativa frequência, o herpes simples recorrente labial pode se apresentar na forma de apenas uma ou algumas bolhas, muitas vezes volumosas. As manifestações clínicas são localmente dolorosas, especialmente durante a movimentação ou manipulação do local afetado. O prurido, eventualmente, estabelece-se como um sintoma secundário.
No conteúdo das vesículas têm-se numerosos leucócitos polimorfonucleares e milhões de partículas virais, além de células epiteliais individualizadas ou em grupos sinciciais, como células gigantes multinucleadas ou células de Tzanck.
A manipulação das lesões herpéticas no período clínico ativo tem alto risco de contaminação, pela grande quantidade de partículas virais no conteúdo vesicular/bolhoso. Dessa forma, o paciente deve ser orientado a, rapidamente, enxugar o conteúdo vesicular quando rompimentos acontecerem, pois podem contaminar áreas vizinhas.
A limpeza das lesões rompidas deve ser realizada com gaze ou lenços descartáveis de papel e o material utilizado dispensado, embrulhado em saquinhos plásticos hermeticamente fechados, pois pode contaminar quem manipulá-los imediatamente após seu descarte.
A multiplicação viral no interior das células epiteliais e neurais inicia-se muito antes do aparecimento das lesões, ou seja, o tratamento para impedir a replicação viral deve ser o mais precoce possível, preferencialmente no período prodrômico.
A grande quantidade de partículas virais no interior das vesículas e bolhas talvez explique porque, depois do seu rompimento, há uma melhora considerável do quadro clínico, independentemente de tratamento ou do tipo de tratamento promovido localmente, mesmo que na forma de placebo.
A manipulação intencional ou não das lesões deve ser evitada por parte do paciente ou familiares, pois quando as mãos contaminadas são levadas a outras partes do corpo, especialmente mucosas e olhos, promovem lesões herpéticas secundárias em outros locais, por autoinoculação. Uma evidência chocante: 67% das pessoas com herpes simples labial recorrente ativo têm o vírus em suas mãos.
As lesões herpéticas secundárias peribucais podem ser contaminadas secundariamente por bactérias estafilococos e estreptococos advindas do ar, da saliva ou das mãos. Nesses casos, as vesículas e bolhas se transformam em pústulas, ou seja, seu conteúdo seroso se transforma em exsudato purulento. Essa transformação muda consideravelmente a forma de tratamento.

Periodo Reparatório
O Período Reparatório estabelece-se quando as vesículas e bolhas reduzem, gradativamente, de volume e o exsudato seroso é reabsorvido, desde que não tenham sido rompidas anteriormente. O local, agora seco, apresenta-se recoberto por escamas e crostas amareladas e/ou escuras que duram, em média, de 2 a 4 dias e caracterizam o período reparatório.
Nessa fase, as lesões apresentam um número muito reduzido de vírus, mas podem ser ainda contagiosas, especialmente porque aproximadamente 10% das pessoas ainda continuam liberando partículas virais mesmo depois das lesões resolvidas.
Muito embora o risco de contaminação seja mais reduzido no período reparatório, durante as manobras clínicas de um atendimento odontológico ainda se pode abrir as lesões, com rachaduras e sangramentos nas lesões ressecadas do herpes simples recorrente peribucal.