Causas e sintomas do herpes, tratamentos e alimentação adequada para melhorar o herpes labial, herpes genital e herpes Zoster ou cobreiro


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Como é tratado o herpes genital

O herpes genital não pode ser curado. O vírus vai ficar em seu corpo. No entanto, o seu médico pode prescrever aciclovir, famciclovir ou valaciclovir para aliviar os sintomas de modo mais rapido. O medicamento vai ajudar a existir menos e mais curtos surtos de herpes genital no futuro. Mesmo que você esteja tomando o medicamento, a infeção ainda vai ser muito contagiosa, desde que você tenha feridas, mas a medicina vai encurtar o tempo de contágio. Se você estiver grávida, discuta o uso destes medicamentos com o seu prestador de cuidados de saúde. 

Se uma mulher grávida tem uma infeção por herpes ativa, no momento de seu bebê nascer, ela pode passar a doença para o bebê.
Se você está grávida e tiver herpes, informe o seu médico, para que possam ser tomadas medidas para evitar a infeção do bebê durante o parto. Se você tiver uma infeção por herpes ativa quando você entrar em trabalho de parto, o seu médico pode sugerir uma cesariana.

As feridas associadas ao herpes genital normalmente começam a cicatrizar depois de aproximadamente 5 dias. Elas geralmente desaparecem ao fim de 1 a 3 semanas, mas por vezes podem durar por tanto tempo quanto 6 semanas. As feridas raramente deixam cicatrizes. 

Cerca de metade das pessoas infetadas com herpes genital têm recorrências. Estas recorrências tendem a ser mais suaves do que o primeiro surto de herpes e as feridas cicatrizam mais rapidamente. 

Sete maneiras de se livrar do herpes labial

Sete maneiras de se livrar do herpes labial

Autor: A. D. Silva

O herpes labial é causado pelo vírus do herpes simples, supostamente adormecido em certas células nervosas do corpo até ser ativado pelo estresse, pela ansiedade, por um resfriado ou pela exposição excessiva ao sol. A lesão do herpes dura de 7 a 14 dias.
Embora algumas pessoas usem os termos "herpes labial" e "afta" como sinônimos, eles são lesões completamente diferentes. Diferente do herpes labial, a afta é uma lesão no interior da boca, que se caracteriza por pequenas áreas esbranquiçadas e redondas cercadas por uma auréola avermelhada, enquanto o herpes é uma lesão formada por pequenas vesículas cheias de secreção amarelada.
Infelizmente, tentar camuflar um herpes labial com maquiagem geralmente piora o problema. Entretanto, embora não consiga fazer muito em relação a aparência do herpes, você pode fazer algumas coisas para ajudar a diminuir o desconforto, acelerar a cura e evitar que ele volte. Você pode seguir algumas orientações para evitar que passe herpes para outras pessoas. Aqui vão:
1. Mantenha as lesões limpas e proteja com vaselina.
2. Tome aspirina, paracetamol ou ibuprofeno. O herpes labial pode ser bastante dolorido. Os analgésicos vendidos sem receita podem ajudar.
3. Evite alimentos salgados e ácidos. Comidas como batata frita ou frutas cítricas podem irritar ainda mais o herpes e aumentar a dor.
4. Faça bochechos com soluções anestésicas prescritas pelo seu médico.
5. Consulte um médico. Se você tem herpes labial grave ou com uma certa freqüência, procure um médico. Em alguns casos, pode ser prescrito um medicamento antiviral chamado aciclovir, de uso tópico ou por via oral.
6. Proteja seus lábios contra o sol. A aplicação de protetor solar nos lábios pode ajudar a prevenir as recorrências do herpes induzido pelo sol. Procure usar um protetor solar feito especificamente para os lábios que tenha um FPS 15 ou maior.
7. O herpes é extremamente contagioso. Evite beijar e compartilhar copos, toalhas ou outros itens. Lave suas mãos com freqüência, especialmente após tocar o herpes. E tome cuidado para não passar as mãos nos olhos ou nos órgãos genitais após tocar o herpes.
Dicas de Produtos Naturais: http://www.sabedorianatural.com.br/
Fonte: Comotudofunciona
http://www.artigonal.com/medicina-artigos/sete-maneiras-de-se-livrar-do-herpes-labial-2401664.html

Perfil do Autor

Gerente Comercial da Empresa Sabedoria Natural Cosmético. Empresa voltada exclusivamente Para o segmento de cosméticos Produzidos A partir de frutos e plantas da Amazônia.

Tratamento de herpes ocular

A herpes não tem cura, tem tratamento. As infecções são tratadas com antivirais e as manifestações oculares requerem medicamentos apropriados. "Para tratar a herpes ocular é indicada uma pomada específica quando as feridas são externas e medicamentos de via oral para tratar manifestações do vírus no interior do olho", explica o especialista.


Contágio


Os principais cuidados estão relacionados ao tratamento e ao contágio da doença. O contágio ocorre por meio do contato direto do vírus com o organismo e os cuidados com a higiene são essenciais. "Como nas demais DSTs, o uso de preservativos durante as relações sexuais diminui o risco de contaminação.
Além disso, é importante reforçar o hábito de higienizar as mãos com frequência e evitar tocar os locais infectados. Itens de uso pessoal como copos, talheres e escovas de dentes não devem ser compartilhados diante deste diagnóstico", orienta Saques Neto.

Tratamento do Herpes zoster

As manifestações do herpes zoster na pele iniciam-se pela formação de vesículas que podem formar bolhas contendo líquido transparente ou ligeiramente amarelado, seguindo o trajeto de um nervo. Em alguns dias, assim como na catapora, as lesões secam e formam crostas que caem com o passar dos dias e deixando discretas manchas no local que tendem a desaparecer.

Os nervos atingidos com maior frequência são os localizados entre as costelas, provocando manifestações no tronco, mas outros nervos também podem ser afetados.

O tratamento do herpes zoster deve ser iniciado logo que os sintomas começarem a surgir, evitando assim algum dano irreparável ao nervo atingido que poderia resultar em neuralgia pós-herpética. Os medicamentos utilizados no tratamento do herpes zoster devem ser indicados por um médico dermatologista, e incluem a terapia antiviral, que acelera a cicatrização, reduzindo o número e dias de desenvolvimento de lesões novas e aliviando a dor do zoster. A terapia antiviral deve ser iniciada dentro das primeiras 72 horas depois do início das lesões de pele, principalmente em pacientes com mais de 50 anos ou imunocomprometidos.

Tratamento do herpes Labial com aciclovir

A terapia tópica com famciclovir/penciclovir acelera a cura clínica em aproximadamente 1 dia. O aciclovir (200 mg 5X/dia durante cinco (05) dias) reduz a duração de tempo de cura até a perda das crostas por aproximadamente 1 dia (sete (07) vs oito (08) dias), mas não altera a duração da dor ou o tempo para a cura completa. A administração oral do aciclovir pode alterar a gravidade de reativação das infecções labiais induzidas pelo sol. Uma terapia profilática de curto prazo com aciclovir pode beneficiar indivíduos com herpes labial recorrente, antecipando participação em atividades de alto risco (por exemplo, intensa exposição à luz solar). A administração intermitente deve ser evitada, pois o aciclovir não altera a freqüência de recorrências subseqüentes. Não há nenhuma evidência de que o tratamento, a longo prazo, com quaisquer destas drogas, previna as recorrências das lesões labiais de origem herpética.

Tratamento do herpes genital com aciclovir

A infecção genital primária pelo HSV pode ser tratada com aciclovir tópico, oral ou intravenoso. Embora a aplicação tópica de aciclovir reduza a duração da excreção viral e abrevie o tempo necessário para
que as lesões adquiram crostas, este tratamento é menos efetivo do que o tratamento por via oral ou intravenosa. O aciclovir intravenoso é o tratamento mais efetivo para o primeiro episódio de herpes genital e resulta em redução significante na duração média da excreção viral, da dor e do tempo para a cura completa.
Desde que a terapia com aciclovir intravenoso, normalmente, requer hospitalização do paciente, este deve ser reservado para aqueles casos com doença local severa ou com complicações sistêmicas. A terapia  oral (200mg 5X/dia) é quase tão efetiva quanto a terapia intravenosa nos episódios iniciais de herpes genital e vem sendo considerada o tratamento padrão.
Valaciclovir e famciclovir oferecem graus semelhantes de sucesso terapêutico ao do aciclovir. Infelizmente, nem o tratamento intravenoso nem o oral com aciclovir, para infecção aguda pelo HSV, reduzem a freqüência das recorrências.
O herpes genital recorrente é menos severo e cura-se mais rapidamente do que a infecção primária.
Assim, há menos tempo para introduzir quimioterapia antiviral adequada. A terapia com aciclovir oral encurta ambos, a duração da excreção viral e a duração de tempo para cura (seis (06) vs sete (07) dias), quando se inicia a terapêutica precocemente (dentro de vinte e quatro (24) horas do início do quadro), mas a duração dos sintomas e o intervalo entre as recorrências não é afetado. Neste aspecto, o valaciclovir e o famciclovir não acrescentaram nenhum benefício à terapêutica contra os HSV.
A administração oral de aciclovir, valaciclovir, ou famciclovir, a longo prazo, suprime, de maneira eficaz, o herpes genital em pacientes que têm recorrências freqüentes. A administração diária de aciclovir reduz a freqüência de recorrências em aproximadamente 80% e, 25-30% dos pacientes não terão nenhuma recorrência adicional, enquanto estiverem tomando aciclovir. Muitas vezes, é necessário titular a dose de aciclovir (400 mg 2X/dia ou 200 mg 2-5X/dia) para deteminar a dose mais efetiva e econômica. Tratamento deve ser interrompido após doze (12) meses para reavaliar a necessidade de supressão contínua. O aparecimento de cepas de HSV resistentes ao aciclovir parece ser infreqüente em indivíduos normais, sem alteração do sistema imune. É importante assinalar que a excreção do vírus continua apesar da supressão clínica efetiva com aciclovir. Assim, a possibilidade de transmissão de pessoa para pessoa ainda persiste.

Ortodontista tem papel relevante na prevenção, diagnóstico e tratamento do herpes

O ortodontista tem papel relevante na prevenção, diagnóstico e tratamento do herpes simples recorrente peribucal e intrabucal.
O herpes simples representa uma doença viral contagiosa e uma DST (doença sexualmente transmissível). As suas manifestações bucais devem ser consideradas como de maior relevância para a saúde individual de cada um dos pacientes, suas famílias e para a sociedade como um todo.
O cirurgião-dentista, como o “médico da boca”, deve estar preparado para orientar, diagnosticar e tratar o paciente portador do herpes simples recorrente peribucal e intrabucal com base em fundamentos terapêuticos consolidados pelos métodos científicos.
Todo paciente herpético conscientizado diminui a contaminação de outras pessoas. Toda recorrência diagnosticada e tratada corretamente diminui o tempo e o número de novos episódios da doença, assim haverá uma diminuição de vírus viáveis, diminuindo-se a possibilidade de novas pessoas contaminadas.
Felizmente, a maior parte dos jovens passa ou passará por uma avaliação ou tratamento ortodôntico.
Essa característica aumenta a oportunidade e responsabilidade do ortodontista em contribuir na redução da incidência do herpes simples recorrente peribucal e intrabucal a partir de orientações seguras e corretas, diagnósticos precisos e tratamentos adequados.